sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Um leve frio na barriga, o vento sussurra no ouvido, logo dá pra ver o mar. Andei até poder encostar os pés na areia branquinha, respirei fundo e senti o cheiro salgado, doeu. Cada risada deixada pra mais tarde, cada fechar de olhos calmo, que eu não guardei. Voltei pelo mesmo caminho que eu fiz, quando cheguei adormeci em cima das fotografias, abraçando-as como se eu quisesse resgatar o que já foi, adormeci num sono pesado, que durou três horas, fui acordada pelos tlack tlack da vitrola, e pelos seus lábios mentirosos me pedindo um beijo. Corri e peguei a bicicleta, como uma criança que foge de casa no meio da noite atrás de aventura, atrás de uma dose de sinceridade.
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