... E nós abusivos de
tudo, viajantes sem mapas, lá fora o tempo que roda, aqui dentro as
perguntas que gritam. Quando era criança fiz do quintal de barro o
meu forte, eu me protegia. Respiro insegura, mergulho a cabeça,
levanto, respiro. Cadê meu forte? Preciso sumir. Respiro, tomo um
chá, o disco que roda na vitrola não me responde. Que tal
assoprarmos todos esses dentes de leão que tem no quintal? Talvez
nossos dias possam mudar. É estranha a sensação de que um ato
agora, nosso ou de alguém que entre no nosso caminho, mude tudo. –
O que será de mim? Por favor, me cala.

Olá, gostei do seu blog...
ResponderExcluirEstou passando por aqui tbm pra
divulgar e meu blog de tirinhas!!
Todo dia eu atualizo com uma tirinha nova
Participa do meu blog, vc vai gostar!!
http://jafonsooliveira.blogspot.com.br/